Arte como repertório. Olhar como ferramenta.
BLOG CONVERSAS
SOBRE ARTE
Reflexões, referências e narrativas visuais para quem quer sentir, pensar e criar com mais profundidade.
Um espaço para expandir sua visão criativa com história da arte, curadoria e inteligência visual, de forma prática, leve e inspiradora.
Um americano em Paris: minha descoberta tardia (e agora apaixonada) de John Singer Sargent
Com apenas Madame X, no meu imaginário, o retrato icônico da mulher de vestido sexy preto fui visitar a exposição de John Singer Sargent no Musée d’Orsay. E o que descobri foi um pintor que revolucionou o retrato no final do século XIX. Um americano nômade que mal conheceu seu país de origem e construiu uma carreira impressionante em Paris antes dos 30 anos. Vem comigo nessa história de talento precoce, escândalo e reinvenção.
Gombrich, 33 anos depois: por que um clássico pode (e deve) ser questionado
Dois livros chegaram de presente no meu Natal. Um novo, recém-saído do forno. Outro, um clássico que eu já tinha desde 1993. Juntos, eles contam como a história da arte ainda está sendo escrita e onde ela se congelou. Vem comigo entender o que essas páginas revelam.
Por que 2026 promete ser um dos melhores anos de arte em Paris
Enquanto ainda estamos fechando 2025, a programação de 2026 já me deixou com água na boca. De Monet a Nan Goldin, de Hilma af Klint a Matisse, a cidade vai explodir de exposições que a gente simplesmente não pode perder. Vem comigo descobrir o que te espera e já começar a planejar sua agenda cultural com o meu Guia Tempo de Olhar.
Roubo, Vazamentos e Greve: Os Bastidores da Crise no Louvre
Em outubro, um assalto de 100 milhões de dólares. Em novembro, vazamentos danificam 400 documentos. Em dezembro, 400 funcionários entram em greve. A sequência de crises no Louvre revela uma infraestrutura que desmorona. Entenda aqui o que está acontecendo.
Os Humanistas que fizeram Florença
Semana passada contei como descobri Poggio Bracciolini e os garimpeiros do conhecimento. Mas quanto mais eu pesquisava, mais nomes apareciam. E aí entendi: não eram heróis solitários. Era uma rede gigantesca. Essa teia de conexões é ainda mais fascinante que as descobertas. Vamos completar essa história.
Os garimpeiros do conhecimento
Este texto nasceu de uma descoberta pessoal. Eu estava preparando uma aula sobre Florença e percebi que não conseguia explicar exatamente por que o Renascimento aconteceu ali. Pesquisando, encontrei nomes que nunca tinha ouvido como Poggio Bracciolini. Ele e outros eruditos mais célebres copiavam manuscritos, trocavam livros e viajavam por mosteiros em ruínas. Amei essa história e resolvi mergulhar. Vem comigo
A descoberta de um mestre esquecido (e a transformação de 16 anos de Paris em guia)
História da arte para uma viagem a Roma, a descoberta de um pintor fundamental que nunca tinha ouvido falar e o lançamento do Tempo de Olhar, meu guia de 50 museus de Paris feito com muito amor e 16 anos de vida nessa cidade. E também conto sobre a a última exposição desse ano. Leia tudo isso aqui
Gerhard Richter na Fundação Louis Vuitton: a máquina como aliada da pintura
Você sabia que Gerhard Richter NUNCA pinta da realidade? Nunca. Ele não pinta um modelo vivo, não pinta uma paisagem olhando pela janela. Tudo na obra dele vem de fotografia, de jornal, de revista, de imagem já reproduzida. Escrevi tudo aqui no blog (e ficou longo, aviso logo, mas vale cada parágrafo).
Cem anos depois, o Art Déco ainda nos seduz
Você sabia que o Art Déco nem tinha esse nome quando conquistou o mundo em 1925? E que Metrópolis é basicamente um manifesto visual do movimento? Pois é, eu também amei essas descobertas e precisava compartilhar com você. Leia aqui por que esse estilo ainda nos seduz cem anos depois
"O mercado de arte não é a história da arte."
Voltei da semana de arte em Paris com os pés cansados e uma certeza: as vendas milionárias da Art Basel representam menos de 1% dos artistas que trabalham hoje no mundo. E isso não é desanimador. Pelo contrário, é libertador. Leia mais sobre mercado, história e o que move a gente a continuar criando.
Jacques-Louis David no Louvre: Um Artista Entre Revoluções
Visitei a exposição de David no Louvre. Dois dias depois, roubaram as joias de Napoleão num assalto digno de Arsène Lupin! Descobri um artista cheio de contradições, uma paixão não correspondida e o momento em que um quadro inacabado batizou um móvel. Vem ler essa história incrível!
Minimalismo: ideia e matéria
Mais de 100 obras que me lembraram por que o Minimalismo é um dos meus movimentos preferidos: ele ensina que quando você tira tudo, sobra o essencial. E no mundo de hoje, isso é quase um ato de resistência. Vem ler sobre arte, silêncio e o poder de ver de novo.
Juliette Récamier e seus dois retratos
Às vezes você está pesquisando museus e tropeça numa história sobre poder, imagem e dois dos maiores pintores do neoclassicismo. Vem ler comigo.
Fronteiras porosas, criação expandida
Paris, São Paulo, Rio - cinco exposições que me mostraram que a interdisciplinaridade é a melhor forma de se manifestar
Como criei um ensaio fotográfico em Paris sem sair de casa (e quase ninguém percebeu)
Quando a gente “causa” no Instagram nos faz pensar sobre identidade, realidade e o que significa ser fotógrafo numa era onde a tecnologia consegue nos capturar de formas que nem imaginávamos possíveis.
Hockney, Velázquez e as lições de um menino curioso
Entre uma exposição de Velázquez e outra de Hockney, descobri que meu filho pequeno tinha a chave para entender arte melhor que qualquer crítico. Spoiler: tem a ver com cadeiras, splash e muita curiosidade.
O paradoxo do criativo bem informado
A descoberta que me libertou do excesso de referências: não é sobre saber menos, é sobre filtrar melhor
O Olhar Treinado e as Conexões (Im)possíveis: quando Warhol encontra Marimekko
Será que Warhol conhecia as estampas florais da Marimekko? Provavelmente nunca saberemos - mas isso torna a pergunta ainda mais potente. Uma história sobre formar olhares inquietos que questionam verdades aparentes.
Por que ainda acredito que as mãos podem salvar o mundo
Confissões de quem ainda acredita no poder revolucionário das mãos. Vem descobrir.
Giulio Carlo Argan e a construção do olhar moderno
Reencontrei meu velho Argan depois de 16 anos. Amarelado, anotado, e ainda atual. Lê lá e me conta se você também tem um livro assim.