Arte como repertório. Olhar como ferramenta.
BLOG CONVERSAS
SOBRE ARTE
Reflexões, referências e narrativas visuais para quem quer sentir, pensar e criar com mais profundidade.
Um espaço para expandir sua visão criativa com história da arte, curadoria e inteligência visual, de forma prática, leve e inspiradora.
O ateliê como chave de entendimento da obra
Visitar o ateliê de um artista é uma forma de leitura que nenhum museu consegue oferecer. Nas últimas semanas estive na Fundação Arp, em Clamart, e na casa de Monet, em Giverny. E lembrei de uma visita de 2005 que mudou a forma como vejo arte desde então. Vem comigo entender o que esses espaços guardam.
Do vinil ao tijolo: o que os objetos guardam que as imagens não conseguem contar
Uma semana em que o toca-discos voltou pra sala, a Fernanda Abreu encheu uma sala de cinema em Paris, duas feiras de arte mostraram que a matéria está de volta como argumento estético, e o John Berger fechou o ciclo com uma pergunta que não sai da cabeça. Vem comigo ver o que tudo isso tem a ver.
Renoir, Reinoso e a arte de aprender a olhar de novo
Esta semana dois encontros muito diferentes me deixaram pensando na mesma coisa: o quanto a gente ainda tem a aprender sobre olhar. Renoir no Orsay, Reinoso revisitado. Vem comigo nessa história.
Por que todo profissional criativo deve conhecer a história da arte
Você já usou uma referência visual sem saber exatamente de onde ela veio. A história da arte está presente em quase todas as profissões criativas. Vem comigo descobrir onde ela se manifesta
Otobong Nkanga, os Wunderkammern e uma pergunta que não sai da minha cabeça
A primeira vez que encontrei o trabalho de Nkanga foi em Porquerolles, na Fondation Carmignac, e fiquei impressionada. Tapeçarias imensas e intrincadas que tomavam todo espaço. Cada fio parecia carregar um argumento sobre o que foi extraído de onde, e a que custo. Então com a inquietação que eu reconheço quando uma obra me desafia de verdade: fui pesquisar com vontade de entender mais, de rastrear o percurso. Olha o que eu descobri….
Das telas à avenida: como as escolas de samba contam a história da arte
Debret desfilou na Sapucaí em 1959. Portinari ganhou corpo e movimento em 2003. E em fevereiro de 2026, Heitor dos Prazeres mostra como a arte brasileira sempre foi construída por muitas e muitas mãos. Vem que é Carnaval.
O que a gente realmente quer quando vê de verdade um quadro
Uma pesquisa recente com franceses revelou algo surpreendente sobre por que visitamos museus em 2026. E a resposta pode mudar completamente o jeito como você olha pra arte. Vem aqui entender essa transformação.
Lucy, robôs e cadeiras de plástico: criar com IA sem perder o senso crítico
Duas horas. Foi só o que eu precisei pra criar um desenho animado completo do zero. E não, eu não sou animadora, não tenho equipe de produção e não gastei meses nisso. Usei inteligência artificial e o resultado me surpreendeu. Vem comigo ver como foi esse processo e por que eu continuo usando IA mesmo sabendo do paradoxo que isso representa.